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Bolsonaro deixa 25 milhões de famílias sem qualquer ajuda contra a fome

19/11/2021

Dados do próprio governo mostram que, ao acabar com o Bolsa Família e o auxílio emergencial, o governo Bolsonaro promoveu uma exclusão social em massa.

Escrito por: Site do PT. Publicado em 17/11/2021 17h36 - atualizado às 20h47

 

Ao acabar com o Bolsa Família e o auxílio emergencial, Jair Bolsonaro abandonou à própria sorte cerca de 25 milhões de famílias, no momento em que a fome cresce no país, impulsionada pelo alto desemprego e uma absurda inflação dos alimentos.

Os dados que comprovam esse verdadeiro Mapa da Exclusão são do próprio governo federal e foram colhidos pela assessoria técnica do Partido dos Trabalhadores no painel de monitoramento VIS Data, do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS). Ali, é possível ver que, até outubro, o total de benefícios pagos pelo extinto auxílio emergencial era de 39,3 milhões. Agora, em novembro, primeiro mês de pagamento do Auxílio Brasil, criado para acabar com o Bolsa Família, foram 14,5 milhões, uma diferença de 24,8 milhões (clique na tabela abaixo).

 

Total de famílias atendidas pelo auxílio emergencial e Auxílio Brasil:

Veja a exclusão em cada munícipio

O levantamento também contempla as informações da exclusão em cada munícipio do país (veja abaixo).

Acre (AC)
Alagoas (AL)

Amapa (AP

Amazonas (AM)

Bahia (BA)

Ceará (CE)

Distrito Federal (DF)

Espirito Santo (ES)

Goiás (GO)

Maranhão (MA)

Mato Grosso (MT)

Mato Grosso do Sul (MS)

Minas Gerais (MG)

Pará (PA)

Paraíba (PB)

Paraná (PR)

Pernambuco (PE)

Piaui (PI)

Rio de Janeiro (RJ)

Rio Grande do Norte (RN)

Rio Grande do Sul (RS)

Rondonia (RO)

Roraima (RR)

Santa Catarina (SC)

São Paulo (SP)

Sergipe (SE)

 

Brasil volta a ser castigado pela fome

Como há tempos vem alertando a ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Tereza Campello, o Auxílio Brasil é na verdade “a maior exclusão da história da proteção social do Brasil”, que ficará como mais uma triste marca do governo de Jair Bolsonaro. Ao seguir a cartilha de seu ministro da Economia, Paulo Guedes, o atual presidente se revelou incapaz de produzir políticas sociais que ajudem os mais pobres a viver com dignidade e melhorar de vida.

Durante os governos Lula e Dilma Rousseff, o Partido dos Trabalhadores provou que basta vontade política para o Brasil vencer a fome e a miséria. Graças a programas como o Bolsa Família e a política de valorização do salário mínimo, o PT possibilitou que 28 milhões saíssem da pobreza entre 2002 e 2014, mesmo ano em que o país foi declarado pelas Nações Unidas como oficialmente fora do Mapa da Fome.

O golpe de 2016, no entanto, colocou fim às políticas sociais criadas por Lula e Dilma, fazendo com que o Brasil voltasse ao Mapa da Fome antes mesmo da pandemia de Covid-19, como já mostraram dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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